Cirurgias do quadril
Cirurgia para fratura do quadril em Londrina
Fixação ou prótese, conforme o tipo de fratura e as condições de cada paciente. O objetivo é ajudar a pessoa a sair da cama e voltar a caminhar com apoio o quanto antes.

Em resumo
A cirurgia para fratura do quadril pode fixar o osso com placas, parafusos ou hastes ou substituir parte da articulação por uma prótese, conforme o tipo de fratura e as condições do paciente. O objetivo é permitir que a pessoa saia da cama e volte a caminhar com apoio o quanto antes.
O que é a fratura do quadril
A fratura do quadril é uma quebra na parte de cima do fêmur, perto da articulação. É mais comum em idosos, muitas vezes após uma queda da própria altura. Costuma estar ligada à osteoporose (ossos mais frágeis).
Fratura do colo do fêmur
Acontece no colo do fêmur, o “pescoço” do osso, logo abaixo da cabeça. Nessa região, a fratura pode prejudicar a circulação da cabeça do fêmur, o que pesa na escolha do tratamento.
Fratura transtrocantérica
Ocorre um pouco abaixo, na região dos trocânteres (saliências do fêmur onde se prendem músculos). É uma área com boa circulação, e o tratamento costuma ser a fixação do osso.
Fraturas do acetábulo e da pelve
O Dr. Guilherme Rufini também trata fraturas do acetábulo (a cavidade do quadril, na bacia) e da pelve. O tratamento pode ser com ou sem cirurgia, conforme o tipo de fratura e o paciente. Veja mais em fraturas do quadril, pelve e acetábulo.
Depois de uma queda
Se uma pessoa cair e tiver dor intensa no quadril ou não conseguir apoiar a perna, procure um pronto atendimento. Evite forçar a pessoa a levantar ou caminhar até a avaliação médica.

Por que o tratamento costuma ser cirúrgico
Na maior parte dos casos, a fratura do quadril é tratada com cirurgia. Sem ela, a dor costuma impedir a pessoa de sentar, levantar e caminhar por muito tempo. Além disso, o osso pode não consolidar (colar) na posição adequada.
Ficar muitos dias deitado pode favorecer pneumonia, trombose (coágulos nas veias das pernas) e escaras (feridas por pressão na pele). Por isso, quando indicada, a cirurgia costuma ser feita nos primeiros dias, assim que o paciente está em condições clínicas.
Em situações específicas, o tratamento sem cirurgia pode ser considerado. Isso é conversado com a família, levando em conta a saúde geral e como a pessoa estava antes da fratura.

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Fixação ou prótese: como é feita a escolha
A escolha considera o local da fratura, o desvio (quanto o osso saiu do lugar) e a qualidade óssea. Também pesam a idade, a forma como a pessoa caminhava antes, a presença de artrose e as condições clínicas.
Fixação (osteossíntese)
Mantém o osso do paciente e une os fragmentos com implantes de metal até a consolidação. Nas fraturas transtrocantéricas, costuma-se usar uma haste (peça colocada por dentro do fêmur) ou uma placa com parafuso. Parafusos podem ser usados em algumas fraturas do colo sem desvio ou em pacientes mais jovens.
Prótese parcial ou total
Em idosos com fratura desviada do colo do fêmur, a prótese costuma ser preferida. Nesses casos, a fixação tem mais chance de falhar. A prótese parcial troca apenas a cabeça do fêmur.
A prótese total troca também o acetábulo e costuma ser considerada para pessoas mais ativas, independentes ou com artrose prévia. Saiba mais sobre a prótese de quadril.
Cuidados clínicos e anestesia
Muitos idosos têm pressão alta, diabetes, problemas no coração ou usam anticoagulantes (remédios que afinam o sangue). Antes da cirurgia, a equipe faz uma avaliação clínica, ajusta os medicamentos e, quando necessário, envolve outros médicos.
A anestesia costuma ser a raquianestesia (aplicada na coluna, adormece da cintura para baixo), muitas vezes com sedação. Em alguns casos, é usada a anestesia geral. A escolha é feita pelo anestesiologista com a equipe.
Nos primeiros dias, alguns idosos apresentam delirium (confusão mental, em geral temporária). A presença da família, os óculos e os aparelhos auditivos ajudam na orientação do paciente.
Depois da cirurgia: levantar, caminhar e reabilitar
Em muitos casos, a equipe estimula o paciente a sentar e ficar de pé com apoio nos primeiros dias. No início, a caminhada costuma ser feita com andador, conforme a orientação da fisioterapia.
A reabilitação continua após a alta, em casa ou em clínica de fisioterapia. Ela trabalha força, equilíbrio e independência no dia a dia, e o ritmo varia bastante entre as pessoas.
Em casa, algumas adaptações ajudam nessa fase. Vale retirar tapetes soltos, instalar barras de apoio no banheiro e deixar uma luz acesa à noite.

Prevenção de novas quedas e cuidado com a osteoporose
Quem teve uma fratura por fragilidade tem mais risco de sofrer outra. Por isso, investigar e tratar a osteoporose faz parte do cuidado. Um dos exames é a densitometria óssea (mede a densidade dos ossos).
Também é importante entender por que a queda aconteceu. Visão, equilíbrio, calçados e remédios que causam tontura ou sonolência devem ser revistos com a equipe de saúde.
Exercícios de força e equilíbrio, com orientação profissional, podem ajudar a reduzir o risco de novas quedas. Familiares de outras cidades do Norte do Paraná podem tirar dúvidas sobre a recuperação por teleconsulta. Cada caso é avaliado individualmente.
Atendimento em Londrina
Atendimento em Londrina
Atendimento a pacientes de outras cidades
Pacientes de cidades próximas, como Cambé, Rolândia, Arapongas, Apucarana, Maringá e Cornélio Procópio, podem entrar em contato com a equipe para consultar as opções de atendimento. A possibilidade de teleconsulta, quando disponível, deve ser avaliada conforme as necessidades de cada caso e as limitações do atendimento à distância.
Informações sobre convênios
A equipe pode orientar sobre as condições de atendimento, convênios, honorários e cobertura de procedimentos. A autorização de exames, internações e cirurgias depende das regras de cada plano e da avaliação da operadora.
Como agendar sua consulta?
Entre em contato com a equipe para consultar horários disponíveis, orientações sobre os documentos necessários e informações sobre o atendimento.
Dúvidas sobre a cirurgia para fratura do quadril
Uma pessoa muito idosa pode operar uma fratura do quadril?
A idade, sozinha, não impede a cirurgia. O que pesa é a condição clínica, avaliada pela equipe e pelo anestesiologista. Em muitos casos, a cirurgia é o caminho que permite à pessoa voltar a sentar e caminhar.
Quanto tempo dura a internação?
Varia de pessoa para pessoa. Em geral, são alguns dias, conforme a recuperação clínica, o controle da dor e a capacidade de levantar com ajuda.
Depois da cirurgia, a pessoa volta a andar?
Muitos pacientes voltam a caminhar, com andador ou bengala no início. O nível de independência depende de como a pessoa estava antes da fratura, da saúde geral e da reabilitação.
O que fazer logo após uma queda com dor no quadril?
Se houver dor intensa ou dificuldade para apoiar a perna, procure um pronto atendimento. Evite forçar a pessoa a levantar ou caminhar até a avaliação médica.
Agende sua avaliação
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